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O que é Pagurus Plastiquensis e o que diria Darwin sobre essa faceta da evolução das espécies?

O que é Pagurus Plastiquensis e o que diria Darwin sobre essa faceta da evolução das espécies?

Jogar lixo nos rios, lagos e mar cria este tipo de fenômenos atípicos de adaptação das espécies ao ambiente.

Darwin o teria chamado de Pagurus Plastiquensis, que comumente conhecemos como caranguejo eremita, mas se o próprio Darwin tivesse conhecido o homem pós-industrial, talvez o tivesse classificado como Homo Porcus Chanchosque!  Como amante da natureza me duele, me dói, dói ver como aqueles que desfrutaram de uma praia, de um caminho de montanha ou de um parque, tenham deixado suas recordações feitas de latas, papéis de embrulho, tampões, rolhas, fraldas, sacolas plásticas e um sem fim de eteceteras que desmoralizariam qualquer Escoteiro voluntário ao querer limpar e deixar sem rastro de sujeira a nossa passagem.

O Caranguejo Eremita adaptado à era dos plásticos (que eu chamei de Pagurus Plastiquensis com um nome científico) é um triste reflexo de como estamos matando o planeta em uma corrida pelo esgotamento de seus recursos, e graças a uma falácia contábil, que apenas agrega o valor dos insumos naturais, de suas extrações minerais, de árvores quantificadas em metros cúbicos de madeira, da velocidade e quantidade da capacidade do consumo de recursos energéticos. Se colocarmos na contabilidade econômica que usamos nas empresas o custo social e ecológico do nosso ritmo de exploração, perceberíamos que, na maioria dos casos, estamos presos a um paradigma econômico que, embora tente nos convencer de que existem «sinergias» e que a soma de 1+1 é 3, na realidade soma zero.

O nome científico do caranguejo eremita é pagurus plastiquensis.
O nome científico do caranguejo eremita é pagurus plastiquensis.

Como quantificar o sofrimento do ser humano estressado, doente, atacado por guerras de conveniência econômica?  Quanto vale o ar das árvores que vamos cortar em troca de uma conta bancária com dígitos eletrônicos. E as baleias que morrem capturadas por engano nas redes de pesca? E os golfinhos? E as tartarugas que morrem por comer o plástico que jogamos irresponsavelmente no mar?

Passámos de ser uma raça agrícola para uma industrial e pós-industrial muito rapidamente e não conseguimos criar sistemas de reciclagem. No caso do plástico… é muito econômico jogar fora, porque em seu custo apenas os valores de extração e refinamento foram somados, mas nenhum dos custos que o planeta terá que absorver por milhares de anos. Esses custos, como sempre, são socializados, enquanto os ganhos têm sempre um nome e sobrenome.

É necessário reciclar o plástico, pois sua degradação é lenta.
É necessário reciclar o plástico, pois sua degradação é lenta.

No momento em que os plásticos forem caros, tão caros por forma a incorporar todos os efeitos devastadores sobre o planeta e suas espécies, então, os incentivos para os reciclar e tratar cada grama serão muito maiores, e assim pouco se desperdiçaria no mar.

A questão de fundo é um sistema monetário baseado na riqueza futura em forma de créditos.  Um sistema monetário fiduciário que, por decreto dos novos monarcas modernos, os banqueiros, decide quanto vale um dígito eletrônico e que, em troca de uma empresa que endossa a «venda do tempo futuro» (pagamento da dívida), nos permite consumir antes de ter produzido economias, que em termos ecológicos e metafísicos podem ser representadas como uma energia humana cristalizada.

Quando o preço do plástico subir, a vantagem seria que a reciclagem aumentaria e não seria mais descartado nos mares.
Quando o preço do plástico subir, a vantagem seria que a reciclagem aumentaria e não seria mais descartado nos mares.

Ao criar a ilusão de um sistema econômico baseado em uma energia futura (não cristalizada), permitimos a realização de nossos sonhos impulsionados pelo marketing, sem perceber como estamos sendo prejudicados ao desequilibrar a capacidade de auto sanação do planeta. O tema do planeta como um sistema vivo, mencionado por Lovelock com seu conceito arquetípico de Gaia, com Leonardo3 Boff e seu amor pela terra como um ecossistema completo ou Teilhard de Chardin, que termina nos avisando “Nós mesmos somos nosso pior inimigo. Nada pode destruir a Humanidade, exceto a própria Humanidade.”

A Hortomallas é consciente de que é preciso equilibrar a necessidade de uma vida moderna que exige um processo de cultivo mais eficiente e lucrativo, com a necessidade de nos manter em equilíbrio com o Todo!  Reciclamos sempre que possível e convidamos todos os nossos clientes a fazer o mesmo para evitar que hajam mais Pagurus Plastiquensis e mares contaminados/poluídos.

É possível evitar a contaminação do mar através da reciclagem e, como resultado, não existirá mais pagarus plastiquensis.
É possível evitar a contaminação do mar através da reciclagem e, como resultado, não existirá mais pagarus plastiquensis.

Jogar lixo nos rios, lagos e mar cria este tipo de fenômenos atípicos de adaptação das espécies ao ambiente.

Darwin o teria chamado de Pagurus Plastiquensis, que comumente conhecemos como caranguejo eremita, mas se o próprio Darwin tivesse conhecido o homem pós-industrial, talvez o tivesse classificado como Homo Porcus Chanchosque!  Como amante da natureza me duele, me dói, dói ver como aqueles que desfrutaram de uma praia, de um caminho de montanha ou de um parque, tenham deixado suas recordações feitas de latas, papéis de embrulho, tampões, rolhas, fraldas, sacolas plásticas e um sem fim de eteceteras que desmoralizariam qualquer Escoteiro voluntário ao querer limpar e deixar sem rastro de sujeira a nossa passagem.

O Caranguejo Eremita adaptado à era dos plásticos (que eu chamei de Pagurus Plastiquensis com um nome científico) é um triste reflexo de como estamos matando o planeta em uma corrida pelo esgotamento de seus recursos, e graças a uma falácia contábil, que apenas agrega o valor dos insumos naturais, de suas extrações minerais, de árvores quantificadas em metros cúbicos de madeira, da velocidade e quantidade da capacidade do consumo de recursos energéticos. Se colocarmos na contabilidade econômica que usamos nas empresas o custo social e ecológico do nosso ritmo de exploração, perceberíamos que, na maioria dos casos, estamos presos a um paradigma econômico que, embora tente nos convencer de que existem «sinergias» e que a soma de 1+1 é 3, na realidade soma zero.

O nome científico do caranguejo eremita é pagurus plastiquensis.
O nome científico do caranguejo eremita é pagurus plastiquensis.

Como quantificar o sofrimento do ser humano estressado, doente, atacado por guerras de conveniência econômica?  Quanto vale o ar das árvores que vamos cortar em troca de uma conta bancária com dígitos eletrônicos. E as baleias que morrem capturadas por engano nas redes de pesca? E os golfinhos? E as tartarugas que morrem por comer o plástico que jogamos irresponsavelmente no mar?

Passámos de ser uma raça agrícola para uma industrial e pós-industrial muito rapidamente e não conseguimos criar sistemas de reciclagem. No caso do plástico… é muito econômico jogar fora, porque em seu custo apenas os valores de extração e refinamento foram somados, mas nenhum dos custos que o planeta terá que absorver por milhares de anos. Esses custos, como sempre, são socializados, enquanto os ganhos têm sempre um nome e sobrenome.

É necessário reciclar o plástico, pois sua degradação é lenta.
É necessário reciclar o plástico, pois sua degradação é lenta.

No momento em que os plásticos forem caros, tão caros por forma a incorporar todos os efeitos devastadores sobre o planeta e suas espécies, então, os incentivos para os reciclar e tratar cada grama serão muito maiores, e assim pouco se desperdiçaria no mar.

A questão de fundo é um sistema monetário baseado na riqueza futura em forma de créditos.  Um sistema monetário fiduciário que, por decreto dos novos monarcas modernos, os banqueiros, decide quanto vale um dígito eletrônico e que, em troca de uma empresa que endossa a «venda do tempo futuro» (pagamento da dívida), nos permite consumir antes de ter produzido economias, que em termos ecológicos e metafísicos podem ser representadas como uma energia humana cristalizada.

Quando o preço do plástico subir, a vantagem seria que a reciclagem aumentaria e não seria mais descartado nos mares.
Quando o preço do plástico subir, a vantagem seria que a reciclagem aumentaria e não seria mais descartado nos mares.

Ao criar a ilusão de um sistema econômico baseado em uma energia futura (não cristalizada), permitimos a realização de nossos sonhos impulsionados pelo marketing, sem perceber como estamos sendo prejudicados ao desequilibrar a capacidade de auto sanação do planeta. O tema do planeta como um sistema vivo, mencionado por Lovelock com seu conceito arquetípico de Gaia, com Leonardo3 Boff e seu amor pela terra como um ecossistema completo ou Teilhard de Chardin, que termina nos avisando “Nós mesmos somos nosso pior inimigo. Nada pode destruir a Humanidade, exceto a própria Humanidade.”

A Hortomallas é consciente de que é preciso equilibrar a necessidade de uma vida moderna que exige um processo de cultivo mais eficiente e lucrativo, com a necessidade de nos manter em equilíbrio com o Todo!  Reciclamos sempre que possível e convidamos todos os nossos clientes a fazer o mesmo para evitar que hajam mais Pagurus Plastiquensis e mares contaminados/poluídos.

É possível evitar a contaminação do mar através da reciclagem e, como resultado, não existirá mais pagarus plastiquensis.
É possível evitar a contaminação do mar através da reciclagem e, como resultado, não existirá mais pagarus plastiquensis.

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