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Rendimento, qualidade nutricional e rentabilidade do feijão de vagem temporal em malha/rede treliça

Convém tutorar e envarar feijão de vagem, chícharos e ervilhas

Nesse artigo se trata sobre as vantagens de rendimentos, lucratividade e qualidade de usar a malha espaldeira (e não a ráfia) no cultivo de vagem e ervilhas. Resumo Uma das estratégias para aumentar a produtividade (rendimento) e a qualidade nutricional nas regiões agrícolas é a procura de cultivares com maior adaptação a diferentes condições ambientais. O objetivo deste estudo foi caracterizar cultivares de feijão de vagem com base em sua fenologia, crescimento, rendimento, qualidade nutricional e rentabilidade, em climas temperados e condições de sequeiro. Três variedades de crescimento determinado habitual, ‘Opus’, ‘Strike’ e ‘Black Valentine’, e uma de crescimento indeterminado, ‘Hav-14’, foram semeadas em 7 de maio de 2008, em San Pablo Ixayoc, Estado de México, com uma densidade de 6,25 plantas/m2. Foram encontradas diferenças no ciclo biológico de 90 a 199 dias até ao último corte, assim como no rendimento e número de vagens. Estas diferenças, foram relacionadas com um maior grau com a precipitação acumulada (PP, r = 0,83), a evapotranspiração total do cultivo (ETc, r = 0,71) e unidades térmicas acumuladas (UC, r = 0,65). A variedade “Opus” apresentou a maior porcentagem de minerais, fósforo, FDA, lignina, FDN e proteína. O lucro líquido maior foi obtido com a ‘Opus’ e a ‘Black Valentine’. Não obstante, num período de cinco anos (vida média da treliça) a ‘Hav-14’ proporciona maior vantagem do ponto de vista econômico. Estes resultados sugerem que a ‘Hav-14’, ‘Opus’ e a ‘Black Valentine’ seriam as cultivares mais apropriadas para alcançar uma maior produção sob condições de chuva sazonal no clima temperado de San Pablo Ixayoc.
frijol ejotero

Feijão de vagem e ervilhas são culturas excelentes sob a malha/rede tutora

Palavras chave: Phaseolus vulgaris, ‘Opus’, ‘Strike’, ‘Black Valentine’, ‘Hav-14’. INTRODUÇÃO O feijão de vagem é um/a vegetal/hortaliça de importância na dieta de países como a Turquia, Estados Unidos, Chile, Brasil e México, onde o consumo per capita é de 6,5, 3,5, 3,2 1,2 e 1,1 kg, respectivamente (Peixoto et al., 2001). No México, seu baixo consumo está relacionado com questões culturais, porque desde épocas pré-hispânicas que se utilizava mais como grão seco do que como feijão de vagem (Kaplan, 1965). Além disso, as cultivares utilizadas atualmente não estão e têm um rendimento médio de 3,7 t/ha, o que não satisfaz a procura interna de 1,1 kg per capita (Salinas et al., 2008). Outro fator que contribui para este baixo rendimento nas áreas de agricultura de sequeiro é a distribuição escassa e heterogénea da precipitação (Roy et al., 2000). Em congruência com a agricultura sustentável, que promove um aproveitamento melhor dos recursos edáficos, genéticos, hídricos e humanos, que melhoram a qualidade de vida do produtor (Quintero et al., 2005), é proposto identificar cultivares de feijão de vagem de diferente hábito de crescimento, que satisfaçam suas necessidades hídricas com a precipitação disponível e incrementem o rendimento e os lucros do produtor. Atualmente, nos Estados Unidos e na França, obtiveram mais de 120 cultivares de feijão de vagem dentro das quais se encontram as ‘Blue Lake’, ‘Kentucky Wonder 765’, ‘Oregón’, ‘Black Valentine’, ‘Contender’, ‘Bronco’, ‘Strike’, ‘Opus’, ‘OR 900’, ‘Tender-green’, ‘Top Crop’, ‘AFN’, ‘Silvester’ e ‘La Victoria’ (Adsule et al., 2004), que apresentam alto potencial produtivo sob condições de irrigação (mais de 10 t/ha) e dos quais existe interesse em corroborar seu comportamento sob as condições de chuva sazonais no nosso país. No entanto, o rendimento desta cultura, assim como seus componentes diretos (número de vagens, número de folhas e área foliar), são influenciados pelas condições edáficas e ambientais (Roy et al., 2000; Abdel-Mawgoud et al., 2005), especificamente pela quantidade e distribuição da precipitação (Roy et al., 2000), temperatura (Tsukaguchi et al., 2005) e evapotranspiração (Omae et al., 2007). Além disso, a qualidade nutricional do feijão de vagem é afetada pelas alterações nos elementos do tempo (Salinas et al., 2008). Por este motivo, é necessário identificar cultivares de maior rendimento e qualidade nutricional que se adaptem à região em estudo. Os objetivos da investigação foram estudar a fenologia do feijão de vagem, o rendimento e suas componentes diretas, assim como a qualidade nutricional em cultivares de diferente hábito de crescimento e, determinar a relação entre as unidades térmicas acumuladas, a evapotranspiração e a precipitação pluvial sazonal com o crescimento e rendimento do feijão de vagem. MATERIAIS E MÉTODOS Características da localidade O estudo foi realizado durante a estação de chuvas em San Pablo Ixayoc, Texcoco, Estado de México (19° 33′ N, 98° 47′ O, a 2,600 msnm). Esta localidade apresenta um clima temperado com chuvas no verão, uma temperatura média anual de 14,7 °C y 609 mm de precipitação (García, 2005). Tratamentos e projeto experimental As cultivares utilizadas foram ‘Opus’, ‘Strike’ e ‘Black Valentine’, de hábito de crescimento determinado, e ‘Hav-14’ de crescimento indeterminado, que se cultivaram em treliça convencional (pólos e malha/rede tutora). A plantação foi realizada em 7 de maio de 2008, com uma densidade de 6,25 plantas/m2, em um projeto experimental de blocos completos ao acaso, com quatro repetições. Variáveis avaliadas Foram registrados a fenologia e suas fases vegetativas (V-1: emergência, V-2: primeiro par de folhas primárias, V-3: primeiro par de folhas trifolioladas y V-4: terceiro par de folhas trifolioladas) e reprodutivas (R-5: prefloração, R-6: floração e F-7: formação de vagens) de acordo com os critérios apresentados por Escalante e Kohashi (1993). A colheita do feijão de vagem foi realizada a cada três dias, quando a vagem alcançou um comprimento de 10 cm. No total, foram realizados sete cortes, onde foram avaliados o peso fresco (kg/m2) e o número de feijões/m2. Os componentes morfológicos e fisiológicos do rendimento foram avaliados 90 dias após a sementeira (DAS): comprimento do caule (CC, em cm), número de nós (NN), área foliar (AF, em dm2) e duração da área foliar (DAF, em dias). A qualidade nutricional foi determinada mediante uma análise química proximal (Sosa, 1979). Foram determinados os conteúdos de minerais, cálcio e fósforo, carboidratos solúveis, fibra em detergente ácido, lignina, fibra em detergente neutro, hemicelulose, proteína e extrato etéreo. Para determinar o peso seco, os feijões de vagem foram colocados em uma estufa de ar forçado (Modelo 28, THELCO) a 55 °C até obterem peso constante. Posteriormente, foi determinada a porcentagem de umidade dos feijões como o quociente da diferença entre os pesos fresco e seco, entre o peso seco, multiplicado por cem. As amostras secas foram moídas em moinho elétrico (Modelo Kb 5/10 JANKE AND KUNKEL INKA, GERMANY), com uma peneira de 5 mícrons. Índices e elementos do clima A partir da plantação e até o último corte, foram calculadas semanalmente as unidades térmicas acumuladas (UC °Cd, Snyder, 1985). Foi considerada como temperatura base ou limiar (Tb) 10 °C (Barrios-Gómez e López-Castañeda, 2009). A evapotranspiração do cultivo foi calculada (ETc, em mm/d, Doorenbos e Pruitt, 1986), e registrada a precipitação acumulada (PP, em mm). Além disso, foi realizada uma análise econômica, na qual se calculou a receita bruta com base no preço de seis pesos/kg de feijão de vagem (Anónimo, 2011). Segundo o critério assinalado em Volke (1982), o custo fixo foi atribuído ao aluguel do solo. Como custos variáveis foram considerados a preparação do solo, a semente, os agroquímicos, os salários e a treliça (no caso da cultivar de crescimento indeterminado). Com exceção dos dias de ocorrência das fases fenológicas, foram aplicadas análises de variância e testes de comparação de médias de Tukey (P ≤ 0.05) aos caracteres avaliados. Análises de correlação entre o rendimento e os índices climáticos também foram realizadas através do pacote estatístico SAS (Anónimo, 2002). RESULTADOS E DISCUSSÃO Fenologia do feijão de vagem e sua relação com a temperatura e precipitação As cultivares com crescimento determinado apresentaram o menor ciclo médio (da plantação ao último corte) com 93 dias, comparadas com a ‘Hav-14’ de hábito indeterminado com 119 dias (Figura 1). Na fase vegetativa (de V-1 a V-4), ‘Opus’ foi a mais precoce (16 dias), e ‘Hav-14’ a mais tardia (22 dias). Uma tendência semelhante foi observada na fase reprodutiva (R-5 e R-6), com 51 e 69 dias, respectivamente. No entanto, os dias do primeiro ao sétimo corte ‘Strike’ apresentou 68 e 90, respectivamente; enquanto que ‘Hav-14’ teve 96 e 119 dias, respectivamente. Estas diferenças na ocorrência das fases fenológicas relacionadas com o hábito de crescimento do feijão, também foram relatadas por Esquivel-Esquivel et al. (2006). O ciclo maior de ‘Hav-14’ (119 dias), se deve ao fato de que durante a sua fase reprodutiva, continua a produção de folhas, ramos, flores e frutos, o qual é característico das cultivares de hábito de crescimento indeterminado tipo IV (Salinas et al., 2008; Garduño-González et al., 2009; Díaz-López et al., 2010), que permite mais tempo de captação da radiação solar e mais umidade disponível (precipitação acumulada de 415 mm, 394 mm de precipitação efetiva), em contraste com as cultivares de crescimento determinado (383 e 364 mm, respectivamente). As temperaturas máxima e mínima (21,3 e 9,4 °C, respectivamente), não influenciaram na fenologia das cultivares, porque foram praticamente constantes durante o ciclo biológico (Figura 1). Rendimento de feijão de vagem em função da acumulação de UC, ETc e PP A cultivar de hábito indeterminado ‘Hav-14’ teve rendimento e número de feijões de vagem semelhantes, estatisticamente, à ‘Opus’, ‘Black Valentine’ e superior à ‘Strike’. Por outro lado, a ‘Hav-14’ teve maior acumulação de UC, ETc e PP durante o seu ciclo, em contrapartida, a ‘Strike’ apresentou os valores mais baixos (Tabela 1). As cultivares de ciclo longo (119 dias) como a ‘Hav-14’, dispõem de insumos durante mais tempo para seu crescimento e sob condições de irrigação, seria uma vantagem que se poderia aproveitar para incrementar o número de cortes e o rendimento de feijões de vagem. Não obstante, sob condições de chuva sazonal (temporal), se deve ter em consideração que a precipitação não apresenta um padrão definido em sua frequência e distribuição durante o ano. Assim, a cultura pode sofrer estresse hídrico, particularmente na fase reprodutiva, o que poderia causar a redução ou até mesmo a perda total do rendimento. O rendimento mostrou uma relação mais elevada com a precipitação (r = 0.83, P ≤ 0.01), seguido da evapotranspiração da cultura (r = 0,71, P ≤ 0,05) e, por último, com as unidades térmicas (r = 0,65, P ≤ 0,05). Cabe ainda assinalar que, o rendimento da ‘Hav-14’, ‘Black Valantine’ e ‘Opus’ superou até duas vezes o rendimento médio reportado para a região, que é de 2,8 t/ha (Anónimo, 2011). Tais diferenças na duração do ciclo da cultura, as UC e o rendimento entre genótipos de diferente hábito de crescimento, também foram encontrados no feijão de grão (Escalante-Estrada e Rodríguez-González, 2010), o que sugere que as UC podem ser um estimador apropriado para o tempo de ocorrência das fases fenológicas e rendimento do feijoeiro. Tendências semelhantes foram observadas na relação rendimento, PP e ETc (Escalante et al., 2001; Salinas et al., 2008). Em média, a produção e o número de vagens neste estudo (0,452 e 113,5 g/m2, respectivamente), foram inferiores ao reportado por Esquivel-Esquivel et al. (2006), que encontraram um rendimento médio de 10 t/ha, no entanto, isto foi alcançado porque adicionaram duas irrigações de auxílio à chuva sazonal. Da mesma forma, no presente estudo, a PP mais baixa durante o ciclo do cultivo (394 mm), limitou a maior expressão do rendimento de ‘HAV-14’, dado que foi reportado um rendimento de 10 t/ha com 578 mm na mesma localidade, tipo de solo e em semelhante data de plantação (Díaz-López et al., 2010). Componentes morfológicos e fisiológicos do rendimento Na Tabela 2 se pode observar que aos 90 DAS apenas o número de nós e o comprimento do caule apresentaram diferenças estatísticas entre as cultivares. A cultivar ‘Hav-14’ apresentou o maior número de nós e um caule de 181 cm, comprimento semelhante ao reportado por Díaz-López et al. (2010), seguido de ‘Black Valentine’, ‘Opus’ e ‘Strike’. Este comportamento está relacionado com o hábito de crescimento, dado que a ‘Hav-14’, crescimento indeterminado tipo IV, apresenta botões vegetativos no caule principal e ramos durante a fase reprodutiva. Em contraste, as cultivares de crescimento determinado possuem um botão reprodutivo no ápice, o qual impede o seu crescimento vegetativo (Escalante e Kohashi, 1993). A ‘Hav-14’, também apresentou AF e DAF estatisticamente semelhante à ‘Black Valentine’ e ‘Opus’, mas superior à ‘Strike’, que apresentou os valores mínimos (Tabela 2). Isto indica que a durabilidade da actividade fotossintética da ‘Hav-14’, ‘Black Valentine’ e ‘Opus’, pelo incremento da produção de fotossintatos e translocação para os órgãos reprodutivos, aumentou o número e o peso fresco dos feijões de vagem. Foram detectadas diferenças na área foliar e na sua duração entre cultivares de distintos hábitos de crescimento, no feijão de grão, por Escalante e Rodríguez (2008), Escalante-Estrada e Rodríguez-González (2010). Qualidade nutricional A análise de variância dos caracteres da qualidade nutricional mostrou diferenças significativas entre as cultivares. A ‘Opus’ teve os valores mais elevados (P ≤ 0,05) de minerais, fósforo, FDA, lignina e FDN, enquanto que a ‘Hav-14’ teve os mais baixos (no caso de lignina e de fósforo, juntamente com ‘Black Valentine’). No entanto, a porcentagem de CS foi mais alta na ‘Hav-14’ e mais baixa na ‘Opus’ (Tabela 3). Isto indica que à medida que se incrementa o conteúdo de fibras, os carboidratos solúveis são reduzidos. Uma tendência semelhante foi encontrada na ‘Hav-14’ por Salinas et al. (2008) em diferentes datas de semeadura. Além disto, cabe ressaltar a importância nutracêutica das fibras alimentares, pois com um consumo de 25 a 30 g/dia a predisposição a doenças crônicas como hipertensão arterial, diabetes tipo II, prisão de ventre e câncer do cólon retal, é reduzida (Zezola e Ramos, 2008). Em geral, não foram observadas diferenças significativas entre hábitos de crescimento na porcentagem de fósforo, hemicelulose e extrato etéreo. No entanto, havia porcentagem de minerais, FDA, lignina, FDN e proteína. As cultivares de hábito determinado tiveram os valores mais elevados. Resultados semelhantes foram reportados por Esquivel-Esquivel et al. (2006). Isto indica uma relação inversa entre o rendimento do feijão de vagem e as variáveis nutricionais devido ao fenômeno de diluição, como também foi encontrado entre o conteúdo de proteína e a biomassa do girassol (Escalante et al., 1998). Análise econômica Foram observadas diferenças entre cultivares de feijão de vagem quanto à rentabilidade (Tabela 4). A cultivar ‘Opus’ apresentou o rendimento financeiro mais elevado, com $ 10.056,00, seguida da ‘Black Valentine’ com $ 9.856,00. A ‘Strike’ e a ‘Hav-14’ apresentaram perdas de $ 9.444,00 e $ 24.940,00, respectivamente. No caso da cultivar ‘Strike’, as perdas foram devidas ao baixo rendimento de feijão de vagem (1,954 kg/ha) e na ‘Hav-14’ foi devido ao aumento dos custos variáveis (pólos e malha/rede tutora). Se os lucros mencionados são calculados ao longo de um período de cinco anos (que é o tempo de vida útil da treliça), considerando as mesmas cultivares, custos fixos e variáveis, rendimento e preço por quilograma de feijão de vagem, a seguinte tendência seria observada: o maior lucro com a ‘Hav-14’, seguida da ‘Opus’ e da ‘Black Valentine’ ($ 85.480,00, $ 50.276,00 e $ 49.076,00, respectivamente). A cultivar ‘Strike’ causa perdas econômicas na projeção referida ($ -42.224,00). Garduño-González et al. (2009) reportam uma resposta similar em relação à rentabilidade do feijoeiro trepador de hábito indeterminado, em malha/rede treliça. Os resultados anteriores sugerem que o feijoeiro de vagem, além de ser um produto nutricional, é uma alternativa para o agricultor obter lucros maiores. É de se esperar que, em regiões com condições ambientais semelhantes às deste estudo, seja observada uma resposta semelhante em termos de rendimento, qualidade nutricional e de receitas que aumentem a qualidade de vida do produtor. CONCLUSÕES Em San Pablo Ixayoc, de clima temperado e sob condições de chuva sazonal, as cultivares ‘Hav-14’, ‘Opus’, ‘Black Valentine’ e ‘Strike’ apresentam alterações na fenologia, no rendimento e na qualidade nutricional. O rendimento maior foi obtido com as cultivares ‘Hav-14’ ‘Opus’ e ‘Black Valentine’, e o mais baixo com a ‘Strike’. A qualidade nutricional foi mais elevada na ‘Opus’, seguida da ‘Black Valentine’, ‘Strike’ e ‘Hav-14’. As alterações no crescimento e no rendimento estão relacionadas, positivamente, com a precipitação pluvial, evapotranspiração do cultivo e unidades térmicas acumuladas durante o ciclo do cultivo. O maior lucro líquido foi obtido com a ‘Opus’ e a ‘Black Valentine’. Rev. Chapingo Ser.Hortic vol.19 no.3 Chapingo set./dez. 2013 Nicolás Salinas-Ramírez; José Alberto Salvador Escalante-Estrada; María Teresa Rodríguez-González; Eliseo Sosa-Montes http://www.scielo.org.mx/scielo.php?pid=S1027-152X2013000300006&script=sci_arttext para mais e melhores informações veja:
Foto-Galería de Frijoles Habichuela Judías Porotos

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