USA, FL (904) 436-1577
  • Argentina Argentina: +54 (11) 5984-1811
  • Brazil Brazil: +55 (21) 3500-1548
  • Chile Chile: +56 (22) 581-4899
  • Spain España: +34 (95) 093-0069
  • Guatemala Guatemala: (502) 2268 1204
  • Mexico Mexico: +52 (33) 1031-2220
  • Panama Panama: +507 (7) 833-9707
  • Peru Peru: +51 (1) 709-7918
  • United States United States: +1 (904) 250-0943

CULTIVO HIDROPÔNICO DO MELOEIRO

CULTIVO HIDROPÔNICO DO MELOEIRO COM REDE DE TUTORAMENTO HORTOMALLAS

 O melão era considerado até alguns anos atrás um artigo de luxo, já que o consumo era suprido, em sua maior parte, com melão importado da Europa. No entanto, o processo inverteu-se e o Brasil passou de importador a exportador dessa hortaliça graças, principalmente, às condições climáticas favoráveis existentes na região Nordeste do país. A produção brasileira de melão, em 1999, foi da ordem de 173.866 milhões de frutos, sendo que somente a região Nordeste participou com 164.411 milhões de frutos, enquanto que as regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste juntas participaram com apenas 9.021 milhões de frutos (FNP, 2002). O melão é um fruto de boa aceitação para a exportação, porém, na produção de 1997 apenas 25% foi exportado (Marino et al., 2001). Do melão produzido no Estado do Rio Grande do Norte, mais de 60%, destina-se ao mercado interno (Souza, 1994). Na verdade, a maior parte da produção é comercializada internamente, e o grande centro consumidor desta hortaliça é a região Sudeste, principalmente o Estado de São Paulo. Na região Sudeste, a cultura tem sido pouco explorada. A principal razão é a ocorrência de chuvas no período quente do ano, época considerada mais propícia para o cultivo, levando à incidência de doenças e depreciando a qualidade do produto. O ambiente protegido possibilita o cultivo do melão em diferentes épocas do ano (Brandão Filho & Vasconcellos, 1998 e Pereira & Marchi, 2000). Isto é possível devido ao fato de se ter um relativo controle sobre os fatores climáticos prejudiciais à cultura, tais como, o vento, geadas, granizo e o excesso de chuvas. O clima quente e seco favorece o meloeiro, a produtividade e também a qualidade dos frutos, contribuindo para elevar o teor de açúcares, tornando o sabor e o aroma mais ricos e melhorando a consistência e a durabilidade. Em regiões úmidas, com pouca insolação e baixa temperatura, os frutos não amadurecem adequadamente e perdem muito em qualidade. Devido a estes fatores, o melão na região Sudeste deve ser cultivado em ambiente protegido. Uma opção para o Estado de São Paulo é o plantio em ambiente protegido de melões nobres, pois, estes não possuem concorrentes no mercado nacional. Já que em função da necessidade de resistência ao transporte a longas distâncias e ao armazenamento precário, o cultivo do melão na região Nordeste ficou restrito ao tipo amarelo Valenciano, de origem espanhola. Os melões nobres ainda apresentam ótima qualidade quanto ao sabor, aroma e textura. A plasticultura e hidroponia são duas tecnologias de destaque na diversificação de produção de hortaliças (Junqueira, 1999). Talvez, na região Sudeste, em áreas próximas de grandes centros populacionais, exigentes em produtos diferenciados e de boa qualidade, o cultivo de melão nobre em sistema hidropônico seja uma alternativa viável. Isso porque a tendência é do mercado consumidor buscar a produção de alimentos com melhores características sensoriais, produtos diferenciados e com menores cargas de agroquímicos.
Melones con HORTOMALLAS, malla espaldera y de soporte para cucurbitaceas aumenta el rendimiento y disminuye las enfermedades.

Melones con HORTOMALLAS, malla espaldera y de soporte para cucurbitaceas aumenta el rendimiento y disminuye las enfermedades.

1 INTRODUÇÃO O melão era considerado até alguns anos atrás um artigo de luxo, já que o consumo era suprido, em sua maior parte, com melão importado da Europa. No entanto, o processo inverteu-se e o Brasil passou de importador a exportador dessa hortaliça graças, principalmente, às condições climáticas favoráveis existentes na região Nordeste do país. A produção brasileira de melão, em 1999, foi da ordem de 173.866 milhões de frutos, sendo que somente a região Nordeste participou com 164.411 milhões de frutos, enquanto que as regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste juntas participaram com apenas 9.021 milhões de frutos (FNP, 2002). O melão é um fruto de boa aceitação para a exportação, porém, na produção de 1997 apenas 25% foi exportado (Marino et al., 2001). Do melão produzido no Estado do Rio Grande do Norte, mais de 60%, destina-se ao mercado interno (Souza, 1994). Na verdade, a maior parte da produção é comercializada internamente, e o grande centro consumidor desta hortaliça é a região Sudeste, principalmente o Estado de São Paulo. Na região Sudeste, a cultura tem sido pouco explorada. A principal razão é a ocorrência de chuvas no período quente do ano, época considerada mais propícia para o cultivo, levando à incidência de doenças e depreciando a qualidade do produto. O ambiente protegido possibilita o cultivo do melão em diferentes épocas do ano (Brandão Filho & Vasconcellos, 1998 e Pereira & Marchi, 2000). Isto é possível devido ao fato de se ter um relativo controle sobre os fatores climáticos prejudiciais à cultura, tais como, o vento, geadas, granizo e o excesso de chuvas. O clima quente e seco favorece o meloeiro, a produtividade e também a qualidade dos frutos, contribuindo para elevar o teor de açúcares, tornando o sabor e o aroma mais ricos e melhorando a consistência e a durabilidade. Em regiões úmidas, com pouca insolação e baixa temperatura, os frutos não amadurecem adequadamente e perdem muito em qualidade. Devido a estes fatores, o melão na região Sudeste deve ser cultivado em ambiente protegido. Uma opção para o Estado de São Paulo é o plantio em ambiente protegido de melões nobres, pois, estes não possuem concorrentes no mercado nacional. Já que em função da necessidade de resistência ao transporte a longas distâncias e ao armazenamento precário, o cultivo do melão na região Nordeste ficou restrito ao tipo amarelo Valenciano, de origem espanhola. Os melões nobres ainda apresentam ótima qualidade quanto ao sabor, aroma e textura. A plasticultura e hidroponia são duas tecnologias de destaque na diversificação de produção de hortaliças (Junqueira, 1999). Talvez, na região Sudeste, em áreas próximas de grandes centros populacionais, exigentes em produtos diferenciados e de boa qualidade, o cultivo de melão nobre em sistema hidropônico seja uma alternativa viável. Isso porque a tendência é do mercado consumidor buscar a produção de alimentos com melhores características sensoriais, produtos diferenciados e com menores cargas de agroquímicos.Cultivo hidropônico do meloeiro 29 8.1 Transplante definitivo Quando a altura das plantas for suficiente para alcançar e fixar-se no fitilho do sistema de condução implantado é o momento adequado para proceder o transplante definitivo. As plantas já devem apresentar o sistema radicular desenvolvido, facilitando na adaptação e absorção da solução nutritiva, porém, o sistema radicular não pode estar muito extenso, pois, vai dificultar a sua introdução no perfil definitivo. Para a condução das plantas no interior do ambiente protegido, utiliza-se o sistema de tutoramento, na qual as plantas são conduzidas verticalmente, envolvidas em fita de nylon . À medida que as plantas se desenvolve, sua haste vai sendo envolta na fita (Figura 7). Esta prática é feita diariamenteSérie Produtor Rural – Edição Especial 30 O sistema de tutoramento vertical adotado pode ser o de haste única, fazendo- se o desbaste de todos os brotos laterais até o 10º -12º nó. A partir do 11º, 12º, 13º e 14º nó são deixados os brotos que darão origem aos ramos secundários. Nestes ramos secundários surgirão as flores, que serão polinizadas para permitir o surgimento dos futuros frutos. É mais prático marcar através de um fio de barbante estendido na altura média do 10º-12º nó. Desta forma, a partir do momento que as plantas ultrapassem o fio são deixados os ramos secundários se desenvolverem (Figura 8). O procedimento realizado nestes 4 ramos secundários será a retirada de todos os brotos que surgirem (ramos terciários) e fazer o desponte do ramo secundário uma folha após o pegamento do fruto. Quanto mais elevada for a área foliar ao dispor de cada fruto, maiores serão o peso médio e o conteúdo de sólido solúvel. Nos próximos entrenós, novamente serão retirados todos os brotos, isto até a planta atingir o arame de sustentação da fita de nylon . Neste momento é feita a capação da haste principal (Figura 9). O ideal é deixar o mesmo número de folhas (entrenós), tanto acima como abaixo dos entrenós onde estão localizados os frutos. Figura 8 – Início do desenvolvimento dos ramos secundários. Figura 9 – Plantas após a poda apical e desponte dos ramos.Cultivo hidropônico do meloeiro 31 O raleio dos frutos é realizado após a constatação do pegamento e desenvol- vimento inicial (3cm de diâmetro) dos mesmos (Figura 10), deixando-se posteriormente apenas dois frutos por planta. Hughes et al. (1983) demonstram que os frutos situados muito próximos uns dos outros competem entre si pelas mesmas folhas. Assim, segundo Monteiro & Mexia (1988), é freqüente o abortamento da maioria dos frutos recém fixados de modo que pequena parte completa o seu desenvolvimento.Cultivo hidropônico do meloeiro 35Série Produtor Rural – Edição Especial 34 Figura 14 – Frutos praticamente desenvolvidos, próximos da colheita. 8.4 Tratos culturais É aconselhável fazer a desfolha das 3 ou 4 primeiras folhas, quando essas entrarem em fase de decadência de suas atividades fotossintéticas (senescência). Esta operação favorece a ventilação, auxiliando no controle da temperatura e evitando problemas de doenças. A desfolha deve ser realizada rapidamente, evitando que o ferimento na haste se torne grande e de difícil cicatrização. Em alguns casos é recomendável a utilização de fungicida no local do ferimento. A assepsia da ferramenta com água sanitária a 3% deve ser feita toda vez que a ferramenta for utilizada na planta. Alguns híbridos de melão quando maduros desprendem-se do pedúnculo devido ao anel de abscisão formado. Neste caso, existe a necessidade de fixação do fruto através de rede ou malha, prendendo-o ao arame superior para evitar sua queda e possíveis injúrias no fruto. Frutos muito grandes e, conseqüentemente pesados, podem forçar a planta para baixo, comprometendo e até rompendo a haste principal. O indicado é também vestir os frutos com rede ou malha. É oportuno lembrar que quando o fruto se fixa num entrenó muito baixo, a planta apresentará fruto pequeno e achatado. Por outro lado, o inverso ocorre quando o fruto se fixa em entrenó muito acima. O controle fitossanitário deve ser executado de forma preventiva, utilizando-se produtos comerciais e dose indicada para o cultivo de melão em campo aberto. Tomar muito cuidado nas condições fechadas porque não há a contribuição do vento para dissipar o produto. 8.5 Colheita O ponto de colheita é de fundamental importância, pois, o conteúdo de sólidos solúveis do melão não aumenta após a retirada do fruto da planta. Desta forma, é necessário que o fruto permaneça na planta até a sua maturidade, caso contrário o fruto terá sua qualidade bastante prejudicada, apresentando boa aparência, porém, sem sabor. Quando a colheita é feita além do tempo ideal corre-se o risco de os frutos apresentarem alguns distúrbios fisiológicos. Alguns híbridos apresentam indícios de maturidade podendo auxiliar no momento adequado para a colheita, como a mudança na coloração do exocarpo (casca), o grau de ressecamento do pedúnculo, a marcante deficiência nutricional da folha próxima ao fruto e o odor característico de melão. Os híbridos de melão do tipo Galia apresentam mudança na coloração do exocarpo, passando de verde escuro para amarelo (Figura 15), com isso, facilita muito na indicação do momento certo da colheita. Em geral, para este tipo de melão é aconselhável a colheita quando o exocarpo apresentar 60% da sua superfície na coloração amarela. A classificação comercial por tipo facilita a comunicação entre os diferentes agentes da cadeia do agronegócio do melão. Por tipo deve ser entendido um grupo de cultivares ou de híbridos que apresentam uma ou mais características semelhantes, identificáveis facilmente e diferenciadas dos demais, tal como, o aspecto da casca (cor quando maduro, presença ou ausência de suturas, cicatrizes, reticulação ou rendilhamento), cor da polpa, formato do fruto entre outros (Alves, 2000). A colheita dos frutos deve ser realizada cortando-se o pedúnculo com um canivete e deixando o fruto com pedúnculo de aproximadamente 1cm de comprimentohttp://www.esalq.usp.br/biblioteca/PUBLICACAO/Serie%20Produtor%20Rural%20Especial%20-%20Cultivo%20Hidroponico%20do%20Meloeiro/Meloeiro.pdf

Hortomallas Hortomallas

HORTOMALLAS manufactures and markets crop support nettings (trellising and tutoring as alternatives to the raffia twine labor intensive traditional system) that increase crop quality. Our Mission is to: INCREASE VEGETABLE CROP YIELD AND PROFITABILITY TO ALL THOSE VEGETABLES THAT NEED TUTORING AND SUPPORT USING NETTING INSTEAD OF RAFFIA. Since 1994 we help professional growers and farmers improve their cucumber, tomatoes, melon, zucchini, bean, chile, peppers crops where trellises and supports are needed. HORTOMALLAS is the ideal system for cucurbitacea and solonacea to improve their phytosanitary conditions, while increasing the solar exposure and the brix degrees. Besides the obvious labor costs savings, the use of HORTOMALLAS increases the life span of the plant, allowing longer periods of harvests and of a greater quality. Call us, our crop specialists will help you with specialized attention in the Americas and the Iberian Peninsula!

Leave a comment

Time limit is exhausted. Please reload CAPTCHA.