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Casa de Sombra: Influência do clima e do ambiente de desenvolvimento no crescimento e produtividade das plantas.

Casa de Sombra: Influência do clima e do ambiente de desenvolvimento no crescimento e produtividade das plantas.

Malha/Rede de sombra OBAMALLA® instalada em uma casa de sombra em forma de túnel.
Malha/Rede de sombra OBAMALLA instalada em uma casa de sombra em forma de túnel.

Porque é que a malha/rede de meia sombra aumenta a rentabilidade do seu cultivo

O departamento de Horticultura da Faculdade de Agricultura e o Instituto de Investigação da Universidade Agrícola Tamil Nadu, em Madurai, Tamil Nadu, Índia, realizaram um ensaio/teste para monitorar dez tipos de cultivos sob uma casa de sombra (com 33% de sombra) e em campo aberto durante um ano. Tomate, berinjela, pimenta chili (malaguetas), pepino, feijão, rabanetes, amaranto, coentros, quiabo e pimento foram plantados e desenvolvidos no verão e no inverno. A influência das seguintes variáveis ambientais foi estudada: temperatura, umidade relativa e intensidade da luz. Tomates, berinjelas, pimenta chili (malaguetas), pepinos, rabanetes, amarantos e coentros tiveram um ótimo rendimento tanto no verão como no inverno. Os feijões tiveram um bom rendimento nas duas temporadas em campo aberto. A umidade relativa foi sempre maior dentro da casa de sombra do que em campo aberto nas duas estações. A intensidade da luz na casa de sombra foi inferior do que em campo aberto. A temperatura média semanal durante o verão e o inverno foi mais alta em campo aberto do que na casa de sombra. As temperaturas mais baixas na casa de sombra em relação ao campo aberto causaram aumento na altura da planta, no número de ramos/galhos, no comprimento internodal, no peso médio dos frutos e no rendimento por planta. Portanto, o cultivo de tomate, berinjela, pimenta chili (malaguetas), pepino, rabanetes, amarantos e coentros na casa de sombra foi mais rentável, independentemente da estação.

Palavras-chave: Cultivo debaixo de sombra, casa de sombra, qualidade da produção, influência da estação na rentabilidade.

INTRODUÇÃO à Casa de Sombra

A crescente demanda por hortaliças/vegetais poderá ser satisfeita estendendo as áreas destinadas aos cultivos, usando cultivos híbridos e adotando técnicas agrícolas inovadoras. Cultivos de hortaliças/vegetais protegidos poderão ser usados para aumentar a produção qualitativa e quantitativa (Singh et al., 1999; Ganesan, 2004). As hortaliças que crescem em condições de campo são expostas ao estresse abiótico e biótico que compromete a produtividade e a qualidade. O sistema de cultivo protegido tem o potencial de reduzir o estresse abiótico e biótico. Uma casa de sombra pode modificar as condições ambientais.

No sul da Índia, a estação seca é de abril a junho, com uma estação chuvosa de junho a outubro. No norte da Índia, a estação seca é de abril a julho e a estação chuvosa de julho a outubro (Ramesh e Arumugam, 2010). O inverno vai de novembro até fevereiro. O sistema de cultivo protegido poderá estender a estação de cultivo. O sistema de cultivo protegido de hortaliças destinadas ao mercado interno ou à exportação poderão ser uma alternativa eficiente (Sanwal et al., 2004). Apesar disso, o rendimento dos cultivos protegidos depende da escolha da estrutura, da seleção de cultivos e variedades, da tecnologia de produção e do preço de mercado. O sistema de cultivo protegido poderá resolver o problema da baixa produtividade durante condições climáticas extremas. Até o momento, não existe muito trabalho disponível no cultivo de hortaliça usando malhas/redes de sombreamento. É urgente avaliar o sistema de cultivo sob casas de sombra e sua conveniência no caso de hortaliças/vegetais diferentes para satisfazer a crescente demanda do mercado. A investigação/pesquisa teve como objetivo determinar a eficácia dos cultivos sob malhas/redes de sombra em comparação com as de campo aberto, em termos de produtividade durante o verão e o inverno.

MATERIAIS E MÉTODOS

Este estudo foi realizado no Departamento de Horticultura da Faculdade de Agricultura e no Instituto de Investigação Madurai, na Índia, em 2010 e 2011. As áreas sombreadas e de campo aberto mediam 500 m2 cada. Foram usados tomate cv. Lakshmi (NP 5005); pimenta chili (malaguetas) cv. Sierra (MHCP 317); berinjela cv. MEBH – 11; pimenta cv. Radhika; Quiabo cv. No-64; rabanetes cv. Pusa Chetki – Long; coentros cv. Greengold; feijão cv. Haritima; pepino e amarantos Thandukeeri. As experiências foram realizadas em blocos aleatórios, replicados três vezes. Foram usadas dez plantas em cada réplica. Foram seguidas práticas padrão de horticultura (TNAU Crop Production Guide, 2013) e medidas de proteção das plantas. O solo no interior da casa de sombra foi lavrado a uma profundidade de 20 a 25 cm. Um mês antes do plantio, as ervas-daninhas e os restolhos foram removidos e o solo foi tratado com uma lavoura, 3 a 4 vezes com uma cultivadora, até ficar com a terra fina. A fumigação com formaldeído a 2% foi realizada para controlar os patógenos do solo. Após a aplicação do formaldeído, o solo foi coberto com polietileno preto durante uma semana e depois removido. Foram aplicados fungicidas Topaz 0.5 mL·L-1 , Tilt 1 mL·L-1 , Ridomil MZ 2 g·L-1 y Vitavax 2 g·L-1 para o controle do oídio, doenças degenerativas e podridão do fruto. A temperatura do ar, a umidade relativa e a luz foram registradas desde o momento do transplante até à colheita, tanto na casa de sombra como em campo aberto. A temperatura e a umidade relativa acima da copa da planta foram medidas usando um sensor TES Digital Light Meter (modelo 1332A). O crescimento e o rendimento das hortaliças/vegetais foram determinados. O teste t independente foi aplicado por meios separados.

Tabela 1. Valores médios de temperatura (período de colheita) registrados no verão e inverno

EstaçõesParâmetrosSombraCampo abertoValor TValor P
VerãoTemperatura32.0634.205.191.64-5
Umidade relativa (%)59.5052.607.931.21-8
Intensidade da luz (lux)25867.0134044.453.780.0007
InvernoTemperatura30.1032.857.632.59-8
Umidade relativa (%)67.1059.429.127-10
Intensidade da luz (lux)18333.7425867.013.340.002

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O crescimento, desenvolvimento, produção e qualidade da colheita de cada cultivo depende em grande parte da interação da genética das plantas com as condições ambientais em que cresce. Cada espécie tem suas características inerentes (como por exemplo a cor, as dimensões, a taxa de crescimento, a capacidade de armazenamento, qualidades culinárias e de processamento). As temperaturas médias durante o verão e o inverno foram mais altas em campo aberto do que na casa de sombra (Tabela 1). A temperatura mais baixa aumentou a altura da planta, o número de ramificações, o comprimento nodal e o peso médio do fruto e o rendimento da planta foram superiores dentro da casa de sombra em relação ao campo aberto. Isto está de acordo com as descobertas de Ganesan (2004) e de Ramesh e Arumugam (2010) em estufa.

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Influência do clima na casa de sombra e em campo aberto.

O baixo rendimento do pimento em campo aberto parece ser devido à temperatura elevada. Isto está de acordo com o que Hawthron e Pollard (1957) afirmam. A umidade relativa sempre foi maior dentro da casa de sombra que em campo aberto durante as duas estações (Tabela 1). No entanto, Nimje e Shyam (1993) observaram que a umidade relativa foi maior no interior da estufa do que em campo aberto, o que influenciou o crescimento e a rentabilidade do tomate. O rendimento do pimentão foi maior no interior da casa de sombra, graças à elevada umidade relativa, que aumentou o crescimento vegetativo e potenciou a produção dos frutos. Estes resultados são coerentes com os estudos de Priya et al. (2002a). Tomate, berinjela, pimento, rabanetes, amarantos e coentros tiveram um rendimento maior na casa de sombra, graças à compensação da luz pelo aumento da fotossíntese. Resultados semelhantes foram relatados por Quaglitto (1976) e Priya et al. (2002b) no caso do pimentão. Dado que o feijão, o quiabo e o pepino são cultivos tropicais, sua exigência de luz é maior que a pimenta chili (malaguetas). Isto está de acordo com as descobertas de Krishna-Mohan et al. (1993), que sugeriram que, sob uma malha/rede de sombra  de 25%, a formação da fotossíntese e sua distribuição foram reduzidas com o resultado do fraco rendimento no caso da pimenta chili (malaguetas). A intensidade dentro da casa de sombra foi menor do que em campo aberto (Tabela 1). Kaname e Itagi (1973), Ganesan (2004), Ramesh e Arumugam (2010) alcançaram resultados semelhantes para o cultivo de tomate em cultivo protegido.

Tabela 2. Influência do ambiente no crescimento e produtividade do tomate.

TomateCondições de sombraValor TValor PCampo abertoValor TValor P
MeanSDMeanSD
verãoinvernoverãoinvernoverãoinvernoverãoinverno   
Altura da planta (cm)150.20200.6918.178.3713.805.19-1752.4190.966.228.3420.276.41-27
N. de ramos19.7914.364.523.215.351.95-69.7311.462.113.322.400.01
N. de folhas599.631178.016.7575.7517.234.12-20254.83370.010.0041.005.829.81-7
Comprimento internodal (cm)11.7514.522.491.515.203.94-66.969.541.040.8110.642.87-15
Precocidade (dias)37.3341.231.342.647.181.41-928.4630.531.472.084.434.17-5
Circunferência do fruto (cm)16.9818.400.320.4713.451.76-1915.9615.040.260.528.528.14-12
N. de frutos58.3673.104.385.4411.542.56-1645.0350.165.722.584.476.21-5
Peso do fruto (g)100.92106.504.074.105.272.02-688.9392.803.483.644.218.99-5
Rendimento (kg / planta)5.757.784.826.4013.832.19-193.194.655.112.756.961.11-8
Clorofila (%)53.5843.862.292.7214.943.4-2149.5550.712.253.431.540.12
Área foliar (mm2 )6867.266679.971264.971436.660.530.591978.631929.01350.92433.080.480.62
Índice de área foliar1.901.900.350.410.0010.990.560.550.101.101.050.95

Influência da relação entre estação do crescimento e meio ambiente no crescimento e nas hortaliças/vegetais

O ambiente é um conjunto de todas as condições externas que influenciam o crescimento e desenvolvimento das plantas. Geralmente, os cultivos não são rentáveis se não forem adequados para a região onde se produzem (Reddy et al., 1999). Entre os fatores ambientais, a intensidade da luz, a temperatura e a umidade relativa influenciam o crescimento e desenvolvimento do cultivo. A radiação é composta por diferentes comprimentos de onda da luz, entre os quais a porção visível é de utilidade para o crescimento da planta; as radiações ultravioleta infravermelha não são benéficas para o crescimento do cultivo, dados que modificam os níveis moleculares que levam a uma desorganização celular. A temperatura é o maior regulador dos processos de desenvolvimento.

Temperaturas mais altas têm uma influência mais adversa na fotossíntese líquida do que temperaturas mais baixas, levando a uma diminuição na produção de fotossíntese abaixo de certas temperaturas (Reddy et al., 1999). A temperatura pode ser controlada e regulada sob condições protegidas, e um melhor crescimento é apreciável sob condições de proteção dos cultivos. A umidade relativa aumenta a disponibilidade de energia líquida para o crescimento do cultivo e aumenta a sobrevivência sob condições de estresse hídrico. A umidade relativa reduz a perda de evaporação e leva à otimização da utilização de nutrientes. Também mantém a turgidez das células, que é útil na atividade enzimática, levando a um desempenho superior (Reddy et al., 1999). A altura da planta, o número de ramificações, o número de folhas por planta, o comprimento internodal, a área foliar e o índice de área foliar foram influenciados pelo ambiente de desenvolvimento. Em todas, a altura das hortaliças foi maior na casa de sombra em ambas as estações, em comparação com o campo aberto. Isto pode ser devido a um aumento na fotossíntese e na respiração graças às condições microclimáticas favoráveis na casa de sombra. Isto coincide com os resultados de Ramesh e Arumugam (2010) sobre hortaliças/vegetais cultivados em estufa e com Ryelski (1986) e El-Aidy et al. (1988) no caso do pimentão em casa de sombra. O número de ramificações por planta foi maior na casa de sombra no caso do tomate, berinjela e pimenta chili (malaguetas) em comparação com o campo aberto nas duas estações. Isto pode ter sido devido às condições microclimáticas favoráveis. Resultados semelhantes foram reportados por Rylski (1986). Ramesh e Arumugam (2010) observaram aumentos no número de ramificações por planta em estufa, no caso do tomate, berinjela e pimenta chili (malaguetas). O feijão, o quiabo e o pepino tiveram mais ramificações por planta em campo aberto do que na casa de sombra em ambas as estações. Isto indica que estes cultivos podem exigir maior intensidade de luz e temperaturas mais altas para um melhor crescimento e desenvolvimento (Marcelis e Baan Hofman-Eijer, 1993). O número de folhas por planta foi maior na casa de sombra em todos os cultivos durante o verão e o inverno. Isto pode ter sido devido às plantas mais altas, ao aumento do número de ramos secundários e ao microclima benéfico da casa de sombra. Resultados semelhantes foram relatados por Nimje e Shyam (1993) no caso do pimentão e da berinjela. O comprimento internodal máximo foi obtido na casa de sombra no caso do quiabo durante o verão, enquanto o pepino teve o maior comprimento internodal no inverno na casa de sombra. Estas descobertas estão de acordo com Ramesh e Arumugam (2010) em estufa. A precocidade foi maior na casa de sombra durante o verão e inverno em todos os cultivos, exceto nos rabanetes. Isto pode ter ocorrido devido à acumulação dos fotossintatos que causou o início precoce das flores. Resultados semelhantes foram encontrados por Rui et al. (1989) no pimento. No caso do tomate e do feijão, a precocidade ocorreu em campo aberto nas duas estações. Isto pode ter ocorrido porque o microclima não foi suficiente para a fotossíntese e pela acumulação de fotossintatos (Suchindra, 2002). A área foliar por planta foi maior na casa de sombra em comparação com o campo aberto no caso de todos os cultivos durante o inverno e o verão. A exceção foi o coentro que teve a maior área foliar em campo aberto no inverno. Pelo contrário, a maior área foliar foi observada na casa de sombra durante o verão. A maior área foliar por planta foi a do tomate na casa de sombra durante o verão e o inverno. Isto pode ter sido devido à fisiologia da folha e ao aumento do número de estômatos e fotossíntese. Estes resultados estão de acordo com os de Papadopoulos e Ormrod (1991) no tomate. Amarantos teve o maior índice de área foliar durante o verão e o inverno em comparação com o campo aberto. Isto pode ter ocorrido devido à acumulação de mais fotossintatos durante o período da colheita.

Finalmente, o estudo revelou que as perspetivas para o cultivo de tomate, pimenta chili (malaguetas), berinjela, pepino, rabanetes, coentros e amarantos na casa de sombra são promissoras.

A malha/rede meia/média sombra OBAMALLA® em um macro-túnel de cultivo.
A malha/rede meia/média sombra OBAMALLA® em um macro-túnel de cultivo.
Até as flores beneficiam da sombra de uma casa de sombra, construída com OBAMALLA®, a malha/rede de sombra raschel.
Até as flores beneficiam da sombra de uma casa de sombra, construída com OBAMALLA®, a malha/rede de sombra raschel.
Malha/Rede de sombra OBAMALLA® instalada em uma casa de sombra em forma de túnel.
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Porque é que a malha/rede de meia sombra aumenta a rentabilidade do seu cultivo

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Palavras-chave: Cultivo debaixo de sombra, casa de sombra, qualidade da produção, influência da estação na rentabilidade.

INTRODUÇÃO à Casa de Sombra

A crescente demanda por hortaliças/vegetais poderá ser satisfeita estendendo as áreas destinadas aos cultivos, usando cultivos híbridos e adotando técnicas agrícolas inovadoras. Cultivos de hortaliças/vegetais protegidos poderão ser usados para aumentar a produção qualitativa e quantitativa (Singh et al., 1999; Ganesan, 2004). As hortaliças que crescem em condições de campo são expostas ao estresse abiótico e biótico que compromete a produtividade e a qualidade. O sistema de cultivo protegido tem o potencial de reduzir o estresse abiótico e biótico. Uma casa de sombra pode modificar as condições ambientais.

No sul da Índia, a estação seca é de abril a junho, com uma estação chuvosa de junho a outubro. No norte da Índia, a estação seca é de abril a julho e a estação chuvosa de julho a outubro (Ramesh e Arumugam, 2010). O inverno vai de novembro até fevereiro. O sistema de cultivo protegido poderá estender a estação de cultivo. O sistema de cultivo protegido de hortaliças destinadas ao mercado interno ou à exportação poderão ser uma alternativa eficiente (Sanwal et al., 2004). Apesar disso, o rendimento dos cultivos protegidos depende da escolha da estrutura, da seleção de cultivos e variedades, da tecnologia de produção e do preço de mercado. O sistema de cultivo protegido poderá resolver o problema da baixa produtividade durante condições climáticas extremas. Até o momento, não existe muito trabalho disponível no cultivo de hortaliça usando malhas/redes de sombreamento. É urgente avaliar o sistema de cultivo sob casas de sombra e sua conveniência no caso de hortaliças/vegetais diferentes para satisfazer a crescente demanda do mercado. A investigação/pesquisa teve como objetivo determinar a eficácia dos cultivos sob malhas/redes de sombra em comparação com as de campo aberto, em termos de produtividade durante o verão e o inverno.

MATERIAIS E MÉTODOS

Este estudo foi realizado no Departamento de Horticultura da Faculdade de Agricultura e no Instituto de Investigação Madurai, na Índia, em 2010 e 2011. As áreas sombreadas e de campo aberto mediam 500 m2 cada. Foram usados tomate cv. Lakshmi (NP 5005); pimenta chili (malaguetas) cv. Sierra (MHCP 317); berinjela cv. MEBH – 11; pimenta cv. Radhika; Quiabo cv. No-64; rabanetes cv. Pusa Chetki – Long; coentros cv. Greengold; feijão cv. Haritima; pepino e amarantos Thandukeeri. As experiências foram realizadas em blocos aleatórios, replicados três vezes. Foram usadas dez plantas em cada réplica. Foram seguidas práticas padrão de horticultura (TNAU Crop Production Guide, 2013) e medidas de proteção das plantas. O solo no interior da casa de sombra foi lavrado a uma profundidade de 20 a 25 cm. Um mês antes do plantio, as ervas-daninhas e os restolhos foram removidos e o solo foi tratado com uma lavoura, 3 a 4 vezes com uma cultivadora, até ficar com a terra fina. A fumigação com formaldeído a 2% foi realizada para controlar os patógenos do solo. Após a aplicação do formaldeído, o solo foi coberto com polietileno preto durante uma semana e depois removido. Foram aplicados fungicidas Topaz 0.5 mL·L-1 , Tilt 1 mL·L-1 , Ridomil MZ 2 g·L-1 y Vitavax 2 g·L-1 para o controle do oídio, doenças degenerativas e podridão do fruto. A temperatura do ar, a umidade relativa e a luz foram registradas desde o momento do transplante até à colheita, tanto na casa de sombra como em campo aberto. A temperatura e a umidade relativa acima da copa da planta foram medidas usando um sensor TES Digital Light Meter (modelo 1332A). O crescimento e o rendimento das hortaliças/vegetais foram determinados. O teste t independente foi aplicado por meios separados.

Tabela 1. Valores médios de temperatura (período de colheita) registrados no verão e inverno

EstaçõesParâmetrosSombraCampo abertoValor TValor P
VerãoTemperatura32.0634.205.191.64-5
Umidade relativa (%)59.5052.607.931.21-8
Intensidade da luz (lux)25867.0134044.453.780.0007
InvernoTemperatura30.1032.857.632.59-8
Umidade relativa (%)67.1059.429.127-10
Intensidade da luz (lux)18333.7425867.013.340.002

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O crescimento, desenvolvimento, produção e qualidade da colheita de cada cultivo depende em grande parte da interação da genética das plantas com as condições ambientais em que cresce. Cada espécie tem suas características inerentes (como por exemplo a cor, as dimensões, a taxa de crescimento, a capacidade de armazenamento, qualidades culinárias e de processamento). As temperaturas médias durante o verão e o inverno foram mais altas em campo aberto do que na casa de sombra (Tabela 1). A temperatura mais baixa aumentou a altura da planta, o número de ramificações, o comprimento nodal e o peso médio do fruto e o rendimento da planta foram superiores dentro da casa de sombra em relação ao campo aberto. Isto está de acordo com as descobertas de Ganesan (2004) e de Ramesh e Arumugam (2010) em estufa.

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Influência do clima na casa de sombra e em campo aberto.

O baixo rendimento do pimento em campo aberto parece ser devido à temperatura elevada. Isto está de acordo com o que Hawthron e Pollard (1957) afirmam. A umidade relativa sempre foi maior dentro da casa de sombra que em campo aberto durante as duas estações (Tabela 1). No entanto, Nimje e Shyam (1993) observaram que a umidade relativa foi maior no interior da estufa do que em campo aberto, o que influenciou o crescimento e a rentabilidade do tomate. O rendimento do pimentão foi maior no interior da casa de sombra, graças à elevada umidade relativa, que aumentou o crescimento vegetativo e potenciou a produção dos frutos. Estes resultados são coerentes com os estudos de Priya et al. (2002a). Tomate, berinjela, pimento, rabanetes, amarantos e coentros tiveram um rendimento maior na casa de sombra, graças à compensação da luz pelo aumento da fotossíntese. Resultados semelhantes foram relatados por Quaglitto (1976) e Priya et al. (2002b) no caso do pimentão. Dado que o feijão, o quiabo e o pepino são cultivos tropicais, sua exigência de luz é maior que a pimenta chili (malaguetas). Isto está de acordo com as descobertas de Krishna-Mohan et al. (1993), que sugeriram que, sob uma malha/rede de sombra  de 25%, a formação da fotossíntese e sua distribuição foram reduzidas com o resultado do fraco rendimento no caso da pimenta chili (malaguetas). A intensidade dentro da casa de sombra foi menor do que em campo aberto (Tabela 1). Kaname e Itagi (1973), Ganesan (2004), Ramesh e Arumugam (2010) alcançaram resultados semelhantes para o cultivo de tomate em cultivo protegido.

Tabela 2. Influência do ambiente no crescimento e produtividade do tomate.

TomateCondições de sombraValor TValor PCampo abertoValor TValor P
MeanSDMeanSD
verãoinvernoverãoinvernoverãoinvernoverãoinverno   
Altura da planta (cm)150.20200.6918.178.3713.805.19-1752.4190.966.228.3420.276.41-27
N. de ramos19.7914.364.523.215.351.95-69.7311.462.113.322.400.01
N. de folhas599.631178.016.7575.7517.234.12-20254.83370.010.0041.005.829.81-7
Comprimento internodal (cm)11.7514.522.491.515.203.94-66.969.541.040.8110.642.87-15
Precocidade (dias)37.3341.231.342.647.181.41-928.4630.531.472.084.434.17-5
Circunferência do fruto (cm)16.9818.400.320.4713.451.76-1915.9615.040.260.528.528.14-12
N. de frutos58.3673.104.385.4411.542.56-1645.0350.165.722.584.476.21-5
Peso do fruto (g)100.92106.504.074.105.272.02-688.9392.803.483.644.218.99-5
Rendimento (kg / planta)5.757.784.826.4013.832.19-193.194.655.112.756.961.11-8
Clorofila (%)53.5843.862.292.7214.943.4-2149.5550.712.253.431.540.12
Área foliar (mm2 )6867.266679.971264.971436.660.530.591978.631929.01350.92433.080.480.62
Índice de área foliar1.901.900.350.410.0010.990.560.550.101.101.050.95

Influência da relação entre estação do crescimento e meio ambiente no crescimento e nas hortaliças/vegetais

O ambiente é um conjunto de todas as condições externas que influenciam o crescimento e desenvolvimento das plantas. Geralmente, os cultivos não são rentáveis se não forem adequados para a região onde se produzem (Reddy et al., 1999). Entre os fatores ambientais, a intensidade da luz, a temperatura e a umidade relativa influenciam o crescimento e desenvolvimento do cultivo. A radiação é composta por diferentes comprimentos de onda da luz, entre os quais a porção visível é de utilidade para o crescimento da planta; as radiações ultravioleta infravermelha não são benéficas para o crescimento do cultivo, dados que modificam os níveis moleculares que levam a uma desorganização celular. A temperatura é o maior regulador dos processos de desenvolvimento.

Temperaturas mais altas têm uma influência mais adversa na fotossíntese líquida do que temperaturas mais baixas, levando a uma diminuição na produção de fotossíntese abaixo de certas temperaturas (Reddy et al., 1999). A temperatura pode ser controlada e regulada sob condições protegidas, e um melhor crescimento é apreciável sob condições de proteção dos cultivos. A umidade relativa aumenta a disponibilidade de energia líquida para o crescimento do cultivo e aumenta a sobrevivência sob condições de estresse hídrico. A umidade relativa reduz a perda de evaporação e leva à otimização da utilização de nutrientes. Também mantém a turgidez das células, que é útil na atividade enzimática, levando a um desempenho superior (Reddy et al., 1999). A altura da planta, o número de ramificações, o número de folhas por planta, o comprimento internodal, a área foliar e o índice de área foliar foram influenciados pelo ambiente de desenvolvimento. Em todas, a altura das hortaliças foi maior na casa de sombra em ambas as estações, em comparação com o campo aberto. Isto pode ser devido a um aumento na fotossíntese e na respiração graças às condições microclimáticas favoráveis na casa de sombra. Isto coincide com os resultados de Ramesh e Arumugam (2010) sobre hortaliças/vegetais cultivados em estufa e com Ryelski (1986) e El-Aidy et al. (1988) no caso do pimentão em casa de sombra. O número de ramificações por planta foi maior na casa de sombra no caso do tomate, berinjela e pimenta chili (malaguetas) em comparação com o campo aberto nas duas estações. Isto pode ter sido devido às condições microclimáticas favoráveis. Resultados semelhantes foram reportados por Rylski (1986). Ramesh e Arumugam (2010) observaram aumentos no número de ramificações por planta em estufa, no caso do tomate, berinjela e pimenta chili (malaguetas). O feijão, o quiabo e o pepino tiveram mais ramificações por planta em campo aberto do que na casa de sombra em ambas as estações. Isto indica que estes cultivos podem exigir maior intensidade de luz e temperaturas mais altas para um melhor crescimento e desenvolvimento (Marcelis e Baan Hofman-Eijer, 1993). O número de folhas por planta foi maior na casa de sombra em todos os cultivos durante o verão e o inverno. Isto pode ter sido devido às plantas mais altas, ao aumento do número de ramos secundários e ao microclima benéfico da casa de sombra. Resultados semelhantes foram relatados por Nimje e Shyam (1993) no caso do pimentão e da berinjela. O comprimento internodal máximo foi obtido na casa de sombra no caso do quiabo durante o verão, enquanto o pepino teve o maior comprimento internodal no inverno na casa de sombra. Estas descobertas estão de acordo com Ramesh e Arumugam (2010) em estufa. A precocidade foi maior na casa de sombra durante o verão e inverno em todos os cultivos, exceto nos rabanetes. Isto pode ter ocorrido devido à acumulação dos fotossintatos que causou o início precoce das flores. Resultados semelhantes foram encontrados por Rui et al. (1989) no pimento. No caso do tomate e do feijão, a precocidade ocorreu em campo aberto nas duas estações. Isto pode ter ocorrido porque o microclima não foi suficiente para a fotossíntese e pela acumulação de fotossintatos (Suchindra, 2002). A área foliar por planta foi maior na casa de sombra em comparação com o campo aberto no caso de todos os cultivos durante o inverno e o verão. A exceção foi o coentro que teve a maior área foliar em campo aberto no inverno. Pelo contrário, a maior área foliar foi observada na casa de sombra durante o verão. A maior área foliar por planta foi a do tomate na casa de sombra durante o verão e o inverno. Isto pode ter sido devido à fisiologia da folha e ao aumento do número de estômatos e fotossíntese. Estes resultados estão de acordo com os de Papadopoulos e Ormrod (1991) no tomate. Amarantos teve o maior índice de área foliar durante o verão e o inverno em comparação com o campo aberto. Isto pode ter ocorrido devido à acumulação de mais fotossintatos durante o período da colheita.

Finalmente, o estudo revelou que as perspetivas para o cultivo de tomate, pimenta chili (malaguetas), berinjela, pepino, rabanetes, coentros e amarantos na casa de sombra são promissoras.

A malha/rede meia/média sombra OBAMALLA® em um macro-túnel de cultivo.
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Até as flores beneficiam da sombra de uma casa de sombra, construída com OBAMALLA®, a malha/rede de sombra raschel.
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